Livro 3D

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Pesquisa com borboletas ajuda a alertar sobre a degradação da floresta amazônica.

O estudo, que teve aporte financeiro da Fapeam e de outras instituições, verificou se plantas e pássaros podem influenciar na presença de borboletas frugívoras, que se alimentam de frutos em decomposição.


A pesquisa foi feita dentro da Reserva Florestal Adolpho Ducke, na Zona Norte de Manaus 
(Foto: Divulgação)



Estudioso de insetos diversos, o doutorando em Entomologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Márlon Breno Costa Santos, desenvolveu um projeto de pesquisa que estudou as borboletas frugívoras – que se alimentam de frutos em decomposição – para investigar se, tanto plantas como pássaros podem influenciar a ocorrência dessas borboletas em um determinado local.

A pesquisa, que recebe aporte do Governo do Estado por meio do Programa de Apoio a Excelência Acadêmica (Pró-Excelência), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), foi feita na Reserva Florestal Adolpho Ducke, na Zona Norte de Manaus, e estudou as borboletas segundo a sua espécie e de acordo com algumas características delas, como tamanho do corpo e tipo de alimentação das lagartas (borboletas jovens).

Segundo Márlon, a coleta foi feita com armadilhas conhecidas como “arapuca entomológica”, na qual se coloca banana e melaço estragados como isca para as borboletas. Todo o processo da pesquisa foi dividido em cinco fases. “Primeiramente, nós elaboramos a ideia de como seria feita a coleta das borboletas na floresta. Depois de analisarmos que a melhor maneira seria pela arapuca entomológica, nós partimos para a coleta em si, daí nós fizemos a identificação das espécies capturadas assim como a montagem e medição das características delas. Por fim, passamos para os testes estatísticos e com os resultados, montamos o artigo científico”, disse Santos.

Uma das questões que a pesquisa procurou entender foi como as borboletas se distribuem no espaço, de maneira a alertar sobre a degradação das florestas que pode levar ao desaparecimento de espécies, causando, assim, um imenso desequilíbrio ambiental. “O nosso objetivo é que o principal beneficiado com esse trabalho seja a sociedade civil: eu e toda a população amazônida como cidadãos. Nós dependemos dos recursos naturais muito mais do que é atribuído, seja para comer, vestir, morar, sem falar no clima do planeta que é balanceado pela nossa imensa Amazônia e outras florestas tropicais. Por isso, cuidar do nosso patrimônio - a floresta - é essencial para o nosso futuro, e o que poucas pessoas sabem é que as borboletas têm um papel muito importante nisso tudo”, ressaltou Márlon.

De acordo com o pesquisador, o estudo foi realizado dentro da Reserva Adolpho Ducke porque lá se concentra várias espécies de plantas e borboletas que ajudaram a chegar a um resultado maior para o projeto: fornecer dados para a comunidade científica local, regional e internacional para serem usados como auxílio e fortificação na criação de projetos maiores que visam à conservação de paisagens em escalas globais.

Além disso, espera-se um olhar mais atento para a dinâmica biológica que ocorre dentro da Reserva Adolpho Ducke, com a finalidade de promover a sua preservação frente à expansão urbana de Manaus, não permitindo que a reserva se torne apenas um fragmento florestal no meio da cidade.


Machos de borboletas da subfamília Coliadinae procuram por sais minerais na beira dos rios da Floresta Amazônica – Foto: Fábio Paschoal.



Parcerias

O projeto de pesquisa contou com vários parceiros ao longo de sua duração. O Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientíifico e Tecnológico (CNPq), que forneceu bolsa de mestrado para Márlon e auxiliou na coleta das plantas, a Capes que forneceu bolsa de doutorado para um dos participantes do projeto, e o Programa de Pesquisas em Biodiversidade (PPBio) que forneceu a infraestrutura.

Além deles, pesquisadores e doutores do Inpa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e da Universidade de São Paulo (USP) contribuíram com dados sobre plantas e borboletas da Reserva Ducke, assim como a Fapeam, que custeou todas as despesas de campo durante a coleta das borboletas.

Para Santos, a Fundação de Amparo à Pesquisa está presente na maior parte das pesquisas e do conhecimento científico produzido no Estado do Amazonas. “Ela incentiva os pesquisadores do nosso Estado a realizar trabalhos que possam ter grande impacto na comunidade científica internacional e ajuda a solidificar o Norte do Brasil no cenário científico mundial”, afirmou. O estudo foi finalizado em 2015 com a publicação do artigo neste mesmo ano.

*Com informações da assessoria de imprensa.
Créditos: http://www.acritica.com/channels/governo/news/pesquisa-com-borboletas-ajuda-a-alertar-sobre-a-degradacao-da-floresta-amazonica

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Flores e borboletas já não aparecem ao mesmo tempo devido à mudança climática.


 



Flores já não florecem ao mesmo tempo da época de voo das borboletas devido à mudança climática, que está causando um aquecimento global e piorando a seca do Mediterrâneo, o que afeta a interação flor-borboleta, segundo um estudo do Centro de Pesquisa Ecológica e Aplicações Florestais (CREAF-UAB).




O estudo do centro catalão (nordeste da Espanha) determinou que as altas temperaturas e a baixa pluviosidade provocam uma descoordenação entre a época de floração e a época de voo das borboletas.

Segundo explicou o pesquisador do CREAF Constantí Stefanescu, os momentos de máxima floração e de abundância das borboletas estão separados por uma média de 70 dias e aumentam nos anos de seca pronunciada.



Esta perda de sincronia afeta negativamente tanto as borboletas, que têm mais dificuldades para encontrar alimento, como as plantas, que perdem polinizadores potenciais.

O estudo, no qual também participou a Universidade das Ilhas Baleares (arquipélago espanhol no Mediterrâneo), analisou durante 17 anos a interação entre flores e borboletas.

Os dados obtidos no Parque Natural dos Aiguamolls do Empordà (Gerona, nordeste) indicam que nos últimos anos há uma menor coincidência entre o momento em que as plantas alcançam o máximo da floração e o momento de mais abundância das borboletas.



Os pesquisadores concluíram que a causa deste fenômeno é a mudança climática, que provoca desajustes entre as 12 espécies de borboletas estudadas e as flores das quais se alimentam.



O estudo mostra que, em casos extremos, a separação entre os lepidópteros e as flores pode chegar a ser de 160 dias "e, se isto continuar, poderia fomentar a queda nas populações das borboletas".

Fonte: https://noticias.terra.com.br/ciencia/flores-e-borboletas-ja-nao-aparecem-ao-mesmo-tempo-devido-a-mudanca-climatica,717678c8509d1b11f01df4d304f9fa4aaubbiia2.html

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Jovem cria espécie rara de borboleta em seu próprio quintal.

Resolveu então, ajudar por conta própria a repovoar a cidade com as belas borboletas.






 Divulgação/Tim Wong)

O biólogo marinho Tim Wong decidiu repovoar uma espécie de borboleta que estava quase extinta de uma maneira inovadora: no jardim de sua casa, em São Francisco, na Califórnia (EUA).
De acordo com o site "Vox", a Aristolochia californica é uma planta nativa da América do Norte, abundante na California, mas que tem se tornado cada vez mais rara nos grandes centros urbanos, principalmente em São Francisco. O processo de desaparecimento da planta fez com que a espécie de borboleta Battus philenor hirsuta também começasse a sumir, já que elas se alimentam e colocam seu ovos apenas nesta planta. 


Com a ameaça de extinção, Wong resolveu ajudar por conta própria a repovoar a cidade com as belas borboletas. Ele construiu um espaço protegido por uma tela para impedir o ataque de predadores e ainda poder estudar melhor o comportamento delas. Para isso, o biólogo conseguiu algumas mudas da planta e cerca de 20 borboletas para que pudessem se reproduzir.


Segundo informações do site "Butterflies and Mothes of North America", as borboletas vivem entre duas a cinco semanas, período no qual elas voltam a se reproduzir e colocar seus pequenos ovos vermelhos na folha da Aristolochia. Os ovos se transformam em lagartas, que viram crisálidas, e então se dão as borboletas. Desde então, Wong já entregou ao Jardim Botânico da cidade milhares de novas borboletas (ainda dentro de suas crisálidas, estado de pupa em que o animal pode permanecer entre duas semanas a até dois anos antes de enfim se tornar uma borboleta).



Ovos

Lagartas jovens

Lagartas em idades adiantadas.

Pupas

Adultos

Adultos se alimentando.

Meus sinceros parabéns pela dedicação e carinho que o colega e biólogo marinho Tim Wong teve com mais esta espécie em riscos de extinção.

Créditos: Redação RedeTV!
 - Atualizado em 
http://www.redetv.uol.com.br/jornalismo/mundo/jovem-cria-especie-rara-de-borboleta-em-seu-proprio-quintal



terça-feira, 12 de julho de 2016

Colombianos investem na produção de borboletas para exportação.


ASAS DA COLÔMBIA, CRIAÇÃO DE BORBOLETAS.


Uma empresa inovadora dedicada a Bio criação de borboletas Sustentável da Colômbia para conservar a natureza, gerar renda para as comunidades rurais e mostrar ao mundo uma nova imagem do nosso país.

Em 2001 ALAS DE COLOMBIA, borboletas nativas Ltda., Iniciou a borboleta criação como uma nova alternativa para o desenvolvimento sustentável, com a comunidade rural de El Arenillo no município de Palmira, Valle del Cauca, para estabelecer criadouros 40 espécies de borboletas na área. Graças a esse esforço, ele abriu uma nova linha de exportações não tradicionais para o nosso país, que se juntaram as borboletas da indústria com embarques regulares para a Europa desde 2004, demonstrando os benefícios de Bio Comércio.






Mercado atendido pela empresa

Colômbia era conhecido no mundo por sua riqueza de borboletas preservados fora do país ilegalmente há mais de 50 anos. Actualmente, conseguimos provar que produto do comércio legal de criação de animais, é a melhor alternativa para afirmar a nossa própria.

Nossas primeiras exportações foram espécimes de taxidermia, mas desde 2004, temos focado na exportação de pupas ou pupas.

"A exposição de borboletas vivas é uma indústria relativamente jovem em comparação com outros bem estabelecidos como zoológicos e aviários. A primeira exposição de borboletas foi criada em 1976 pelo Sr. David Lowe em Guernsey, Channel Island, e não pegue a popularidade que estabeleceu a seguinte, em 1980, chamado The Butterfly House Londres pelo Sr. Clive Farrell que posteriormente abriu outras fazendas borboleta e estendida sua influência muitas pessoas.

O primeiro borboleta na região tropical foi o Butterfly Farm Penang inaugurado em março de 1986, quando era já mais de 50 exposições de borboletas vivas no Reino Unido e na Europa continental. Em 1988, Butterfly World abriu em Coconut Creek, na Flórida, Estados Unidos, seguidos pelo Centro de borboletas na Geórgia Callaway Garden, no mesmo ano. Desde então, a indústria tem floresceu e muitas casas borboleta grande e médio porte espalhados por todo o Estados Unidos e Canadá.

Por trás disso, há um fenômeno pop forte: uma nova ferramenta educacional na natureza com grandes efeitos sobre a consciência motivação sobre a fragilidade da natureza foi encontrado. Imediatamente o público em geral, jovens e velhos, descobriu a complexidade e mistério da Mãe Natureza por metamorfose e ciclo de vida do mariposas.l ". 

Países como a Costa Rica e Equador, são os principais produtores da América tropical que suprem a demanda global, juntamente com a Malásia, Nova Guiné e nas Filipinas.

INTERNATIONAL
1. crisálida ou pupa para jardins de borboletas exibir ao público em países não-tropicais.
2. dessecada para colecionadores.
3. objetos artesanais.



NACIONAL

1. Vivas, para lançamento em festas e eventos especiais, na borboleta, borboleta e Maripupa Cube.
2. ralado, em casos individuais ou por dezenas, para a decoração.
3. Mais de 40 referências de peças de artesanato feitas com asas de borboletas são mais

Naturalmente, a sua vida média de 30 dias.




terça-feira, 5 de julho de 2016

Borboletas de várias cores chamam atenção na BR-319, no Amazonas

Grupo está concentrado em trecho da rodovia entre os municípios de Manicoré e Careiro da Várzea, no Amazonas




Borboletas na BR-319. Foto: Reprodução/Trânsito Manaus

O comportamento indica os primeiros sinais de que o nível dos rios vai baixar. O agrupamento é chamado pelos indígenas de panapaná. “Geralmente, o deslocamento destas borboletas indica que a vazante dos rios começou”, explica o biólogo do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Francisco Felipe Xavier. “Elas vão em busca dos sais minerais que estão expostos nas margens dos rios”, completa. No Sul do Amazonas, as espécies de borboletas mais comuns são das Famílias:  Pieridae e Nymphalidae.





Borboletas na BR-319. Foto: Luiz Eduardo Leal/Cedida

“Os grandes naturalistas que passaram pela Amazônia, quando a capital do Amazonas ainda se chamava São José da Barra do Rio Negro, relatam que viram nuvens que levaram horas passando por cima do Rio Amazonas entre Santarém, no Pará, e Manaus, no Amazonas”, diz.




Borboletas na região do Tupana. Foto: Luiz Eduardo Leal/Cedida

MANAUS – Mais uma vez a migração de borboletas chama a atenção no Amazonasmas dessa vez são borboletas mesmoe não mariposas. 
Amarelas, marrons e pretas, elas voam em grupos volumosos pela BR-319 e se reúnem às margens de rios e igarapés de águas escuras. Quem vê, diz que é como se elas usassem túneis invisíveis para seguir caminho juntas. Os moradores da área garantem que o evento acontece todo ano quando o verão amazônico chega, por volta do mês de julho.
Segundo relatos dos mais antigos, elas estão vindo do Sul do Estado. O que se pode comprovar in loco, é que o grupo está concentrado entre os municípios de Manicoré e Careiro da Várzea, entre as comunidade de Igapó Açu e Tupana, na rodovia. A estrada está em obras e as ações são alvo de litígio entre o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

O estado de conservação da floresta entre os municípios de Humaitá e Careiro da Várzea, entre a BR-319 no sentido Porto Velho – Manaus, ainda permite a migração. “Isso acontece em vários locais da Amazônia, mas por serem isolados, nós não sabemos porque não tem ninguém para ver e relatar”, avalia. Ele também acredita que o grupo venha para o Amazonas porque a região é mais propícia e menos desmatada que no Estado de Rondônia.
Segundo Xavier, que é técnico da coleção de invertebrados do instituto, notícias sobre o movimento das borboletas não são recentes. Na literatura, há relatos de historiadores e naturalistas sobre o deslocamento de nuvens de várias espécies juntas.

Ele também explica que não é possível afirmar com precisão a razão do deslocamento, mas, com certeza, elas estão procurando sais minerais, um complemento da alimentação das borboletas.
O caminho que parece formar um túnel invisível também precisa de observação e pesquisa para ser explicado. “Sabemos que no deslocamento de alguns insetos, os indivíduos que vão à frente do grupo expelem um ferormônio e que faz com que os outros sigam o caminho. Isso já foi estudado nos grandes fluxos migratórios das monarcas, por exemplo”, explica.
"Passageira"
A mariposa, Urania leilus, a 'passageira' que chamou a atenção do manauara no mês de maio ainda está no Estado. De acordo com Francisco Felipe, elas estão passando pela região do Baixo Rio Amazonas, em Parintins. “Achei que o movimento das uranias não seria tão prolongado, mas se você observar, ainda há grupos em Manaus. Agora elas estão concentradas em sua maior parte em Parintins. Ainda não sabemos o destino final, mas se descobrimos vai ser muito bom. Elas estão reunidas por causa de algum recurso natural”, conta.

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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Livro de Borboletas no Vale do Catimbau cataloga mais de 135 espécies em PE

Livro apresenta centenas de fotos de borboletas e leitura acessível.

Juliane PeixinhoDo G1 Petrolina

Borboletas catalogadas no Livro Borboletas no Vale do Catimbau (Foto: Carlos Eduardo Beserra/ Arquivo pessoal)

 Schlindwein produziram o livro ‘Borboletas no Vale do Catimbau’, um resultado de dois anos de pesquisa no Parque Nacional do Catimbau, unidade de Conservação que fica entre o agreste o Sertão pernambucano. A partir do estudo, foram catalogadas mais de 135 espécies de borboletas presentes no bioma caatinga. O lançamento do livro vai acontecer nesta sexta-feira (1º), às 17h, no Museu de Fauna da Caatinga no Campus de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) em Petrolina.
Segundo Carlos Eduardo, o trabalho foi construído como tese do seu mestrado na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), sob orientação do professor e pesquisador Clemens Schlindwein. “Como o Clemens gosta de animais e plantas e trabalha com polinização de polinização, ele tinha pensado em  construir um guia de campo e a vontade de fazer voltado para abelhas, mas quando eu entrei no mestrado eu sugeri que fossem as borboletas, escrevi, organizamos o material e conseguimos recurso”, relata.

imagens do Livro Borboletas no Vale do Catimbau (Foto: Carlos Eduardo Beserra/ Arquivo pessoal)
O livro apresenta centenas de fotos e mais de 137 espécies de borboletas. “Cada espécie ganhou uma página no livro, com imagem montada no laboratório e outra visitando flores, na natureza, além de uma breve descrição da parte externa da borboleta”, explica.

O trabalho tem cunho inédito e possui uma linguagem acessível. “Guias de espécies são muitos comuns no exterior, aqui tem muito pouco por inseto. Para borboleta em formato de livro não existia nenhum. 

Foi um levantamento considerável. A gente tentou utilizar uma linguagem acessível para quem não é estudioso entender e colocar informação para o público acadêmico com uma lista das espécies com viés acadêmico. É um livro bastante útil e pode gerar empatia e sensibilidade”, ressalta.
Carlos Eduardo Beserra Nobre é bacharel em Ciências Biológicas e Mestre em Biologia Animal (Universidade Federal de Pernambuco). Atualmente é analista ambiental no Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional. Já Clemens Schlindwein é graduado em Ciências Biológicas (Universität Hohenheim) e doutor em Ciências Naturais (Universität Tübingen, Alemanha). Atualmente é Professor Associado da Universidade Federal de Minas Gerais.

Fonte: http://g1.globo.com/pe/petrolina-regiao/noticia/2016/07/livro-borboletas-no-vale-do-catimbau-cataloga-mais-de-135-especies-em-pe.html

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Capitão do Mato Morpho helenor, ovos, lagartas, pré pupas, pupas e adultos.


Morpho helenor, conhecida como CAPITÃO-DO-MATO, pode medir 7,5 cm. , apresenta cores azul brilhante com margem pretas e na face  ventral, ocelos em forma de olho. Seu voo  é ondulante,  quando é perseguida entra rapidamente para dentro da floresta. É comum em  trilhas e trechos em meio à  floresta e se alimentando de frutas ao chão. 
O  nome popular de Capitão-do-mato, devido ao seu  hábito de vida, costuma voar por  trilhas, assim como um famoso perseguidor de escravos fugitivos.

Morpho helenor é uma borboleta neotropical da família Nymphalidae, que foi descrita em 1776 e com subespécies distribuídas do México até a Argentina.

A postura foi feita em duas plantas, a Sapuvinha e a Tipuana.



Ovo close.



Postura em 19/20 de abril 2015 em Sapuvinha, Michaerium stipitatum 




e em Tipuana, Tipuana tipu.


Gaiola de criação com planta alimento


Vaso com água e planta alimento 


Lagarta de primeiros ínstares


Medida aproximada nos ínstares seguintes



Grupo de lagartas de vários ínstares


Grupo de lagartas de vários ínstares


Grupo de lagartas de vários ínstares


Se fixando para pupar


Fixada em estado de pré pupa.


Metamorfose seguinte

Metamorfose seguinte


Pupa recém formada


Pupa


Pupas agrupadas coletadas da gaiola de criação


Pupas agrupadas coletadas da gaiola de criação

Pupas agrupadas medição


Adulto emergindo


Adulto emergindo


Adulto emergindo na gaiola.



fêmea dorsal

fêmea ventral

macho dorsal


macho ventral



Agradecimento ao mestre.

Considerações ao grande Sr. Ivo Rank