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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Conheçam o simpático Borboletário de Portugal.

JÓIAS DA NATUREZA: BORBOLETÁRIO DA QUINTA DE RANA, CASCAIS: .

Clica no link acima.



Situado no interior do Parque Urbano da Quinta de Rana, Cascais (Portugal), este espaço foi inaugurado em Setembro de 2013, pelo Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras.

A estrutura do Borboletário é única pois a sua imagem estética faz lembrar um casulo em fase de metamorfose. 
No seu interior encontra-se um jardim com espécies da flora local, onde é possível observar borboletas a voar livremente. O espaço integra ainda um laboratório acessível ao público, cuja função é a criação de ovos, lagartas e das crisálidas.
No Borboletário os visitantes podem conhecer as espécies de borboletas que existem na região de Cascais.
 É também um espaço onde se ensina a biologia deste grupo de insectos e a sua ligação com as plantas, 
proporcionando aos visitantes uma experiência de observação e aprendizagem que contribui para o despertar e   interesse da Conservação da Natureza e Biodiversidade.















Meio Ambiente por Inteiro - Borboletas




VALE MUITO A PENA ASSISTIR ATÉ O FINAL DA REPORTAGEM.


O programa Meio Ambiente por Inteiro desta semana mostra as fases de transformação das borboletas e como se alimentam, se reproduzem e seu tempo de vida. Conheça algumas curiosidades da espécie, que sofre com o tráfico de animais, e veja como os órgãos competentes agem para combater essa prática. 







sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Borboletario com nova roupagem

Zoológico e Borboletario de BH passa pela maior reforma desde sua inauguração.


Obras devem começar em outubro e contemplam cerca de 30% do zoo. Entre os animais da Fundação Zoo-Botânica que serão beneficiados, estão mamíferos, aves e borboletas, que ganharão mais espaço. 


Ilustração; Siproeta stelenes.

Está previsto para o final de 2014 o início da maior reforma que o jardim zoológico de Belo Horizonte já recebeu, desde sua criação em 1959. De acordo com diretor do zoo, Gladstone Corrêa, cerca de 30% dos abrigos dos animais serão ampliados e adaptados de acordo com a espécie. Separadas em duas fases, as obras têm custo de R$ 5 milhões. 

Atual recinto das borboletas


A primeira etapa da reforma, orçada em R$ 1,170 milhão, deve começar com a ampliação do borboletário, a reestruturação da praça das aves e, finalmente, será modificada a praça dos mamíferos brasileiros. A previsão é que os trabalhos durem seis meses, mas fatores como o período de chuvas – que começa em setembro – e a fase de reprodução dos animais podem alterar o curso das obras.

O setor do zoológico que deve sofrer mais intervenções é a praça das aves. "O aspecto de prisão, de recintos todos iguais e monótonos, será extinto. Vai ser tudo demolido e refeito. Cada ambiente terá o tamanho adequado para o tipo de ave, e receberá plantas nativas do habitat da espécie”, explica o diretor. A atual estrutura física do abrigo dos pássaros foi construída em 1978, contempla 52 recintos e abriga 70 espécies nacionais e exóticas, muitas delas ameaçadas de extinção. 

Os mutuns, ararajubas, arara-piranga, tucanos, harpias, turacos e muitas outras espécies vão para um tipo de "gaiolão", na parte interna do zoológico, durante as obras, e apenas funcionários têm acesso a esse local. "Era o meu sonho reformar o espaço das aves. Para se ter uma ideia, o abrigo em que os animais ficarão durante a reforma é maior do que toda a área em que vivem hoje", conta Gladstone Corrêa.

Estão previstas também a remoção dos lagos existentes e a construção de novos redutos aquíferos, a construção de banheiros e vestiários masculino e feminino, a retirada dos ninhos de madeira fixados na parede, a melhoria do sistema de ventilação da praça, a readequação geral da rede de esgoto e da rede hidráulica existentes.



Perspectiva de como deverá ficar o novo recinto das borboletas, (Borboletário).

Convivência

Já na praça dos mamíferos brasileiros, a novidade para o público será a possibilidade de ver a convivência de vários animais num mesmo ambiente. Os 18 recintos atuais, que ocupam uma área de 8.949 m², ganharão um espaço adicional, que será misto, e deve chegar a mais de 2,6 mil m². 

De acordo com o diretor do zoológico, alguns animais devem continuar separados, devido à impossibilidade de convivência com outras espécies, mas indivíduos do cerrado, como capivara, anta e cotia, poderão viver juntos. "Esse animais não entram em conflito, são pacíficos. Isso será uma novidade para a gente e para os visitantes", afirma. Hoje, apenas espécies como ouriço, cotia e tamanduá compartilham um mesmo ambiente no zoo. 

Na praça dos mamíferos também estão localizados o borboletário – que vai receberá a segunda etapa da reforma – e o recinto dos jabutis, jacarés e tartarugas.

A ampliação do viveiro ondem estão expostas as borboletas deverá passar de 100 para 250 m²,  e receberá, ainda, modificação em seu paisagismo e no circuito de visitação. Atualmente, o borboletário recebe a visita de cerca de 20 mil pessoas anualmente. Com a reforma, esse número deve chegar a 60 mil visitantes. "Assim que a obra começar, vamos aumentar a produção de lagartas no setor extra, para termos mais borboletas ocupando o novo espaço", diz Gladstone.

Segunda etapa

A construção de três recintos específicos para receber filhotes é o destaque na segunda fase das obras no zoológico de BH. Nesse momento estão previstas também diversas intervenções estruturais: construção de depósito, cozinha e banheiros; construção de rampa de acesso a portadores de necessidades especiais; recuperação de paredes internas da área de manobra (espaço restrito aos biólogos e tratadores de animais); substituição de portões; e reforma de quatro recintos, que abrigam espécies como ouriço-cacheiro, tamanduá-mirim e cutia, incluindo o corredor de acesso dos tratadores. 

Ainda não há foi definida qual construtora será responsável pela execução das reformas do zoo da capital. Segundo a Prefeitura de Belo Horizonte, o processo de licitação está na fase de seleção das 10 empresas classificadas, para avaliação das propostas.


Mapa de localização.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Mutações em borboletas

Cientistas descobrem mutações em borboletas de Fukushima.



Um grupo de cientistas japoneses descobriu mutações genéticas em borboletas expostas à radiação na área em torno da central atômica de Fukushima, epicentro da crise   nuclear  de 2011, segundo um artigo publicado no portal Scientific reports.

Segundo os pesquisadores, a crise nuclear em Fukushima, iniciada após o tsunami que atingiu o Japão em março de 2011, provocou "a liberação em massa de material radioativo no meio ambiente", o que causou "danos fisiológicos e genéticos" nas borboletas Zizeeria, uma espécie muito comum no Japão.





Este tipo de borboletas, que têm um ciclo de vida aproximado de um mês, são vistas como excelente "indicadores ambientais" ao contar com asas cujo padrão cromático é muito sensível às mudanças no ambiente, assinala o artigo.

A equipe, formada por cientistas da Universidade de Ryukyu, na ilha de Okinawa, recolheu um total de 144 espécies adultas em maio de 2011. Algumas espécies mostraram "anormalidades leves", enquanto outras apresentaram "anomalias mais severas"

Outros 238 exemplares recolhidos em setembro de 2011, seis meses após o acidente nuclear de Fukushima, apresentaram mutações ainda mais evidentes, sobretudo nas asas e nos olhos.




Segundo os cientistas, com o experimento é possível demonstrar que a exposição a doses pequenas de poluição radioativa em certas espécies tem grandes implicações.

O acidente na usina nuclear de Fukushima, o pior desde o de Chernobyl (Ucrânia), afetou gravemente o Japão em questões como a agricultura, a pecuária e a pesca, além de ter obrigado a evacuação de mais de 50 mil pessoas de áreas consideradas de risco.

Desde o início da crise provocada pelo terremoto e posterior tsunami de março de 2011, as autoridades realizam provas periódicas para analisar o impacto que o acidente nuclear teve no meio ambiente.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

A incrível metamorfose da Phoebis sennae.


BORBOLETA, UM SER QUE NASCE E RENASCE


Exceto pela cor, um ovo de Phoebis sennae – Lepidóptera da família Pieridae, ou melhor, uma pequena borboleta,  teria pouca chance de chamar atenção.




A postura é intensa, ovos são depositados durante alguns dias e em praticamente todos os botões, brotações e flores.
Como sinalizado pelo próprio nome, a Senna é a planta hospedeira da Phoebis sennae.





Nas primeiras idades, a lagarta se alimenta das folhas jovens e ao crescerem passam a dar referência pelas  flores. Neste momento, o mimetismo funciona bem pois as lagartas tornam se amarelas e se confundem com as flores. Normalmente há mais flores caídas e perdidas pelo chão do que as consumidas por duas ou três lagartas.






Passado mais alguns dias, anéis escuros surgem pelo corpo da lagarta. E uma dúvida: a flor da Senna não dura muito na árvore e o momento em que se desprende não parece ser tão “previsível”. Embora uma lagarta talvez tenha apurado sentidos para tal, espantou-me a tranquilidade com que repousava e se alimentava sobre as flores, como se este fosse o local mais seguro do mundo. O mistério foi resolvido ao observar que as flores que haviam sido quase totalmente devoradas continuavam alí penduradas: a lagarta faz alguns percursos rodeando a flor, pedicelo e galhos deixando uma teia bem fina que serve de sustentação. A engenharia sustenta a flor de forma a não deixá-la cair mesmo após murchar, com o peso da lagarta e ainda sob ventos. Parece que aí reside a confiança da lagarta em deleitar-se sobre flores que, de outro modo, logo estariam no chão.
Abaixo, um indivíduo mais novo. A floração que ainda resta é bem pequena e, tendo sua irmã como concorrente, não parece que sobrarão flores suficientes para alimentá-la …





Mais alguns dias e a lagarta está completamente transformada: agora é uma crisálida (pupa). Engenharia, química, camuflagem (mimetismo), profundas transformações ocorrem em questão de horas. Não bastasse o intenso e complexo processo de transformação que o organismo terá de cumprir, ainda há codificação genética para que a crisálida tenha semelhança externa da própria folha de Senna (forma, textura e cor).



Sob luz artificial o mimetismo desaparece: a crisálida brilha de forma intensa, destacando-se da folhagem.
Examinando um pouco mais de perto a transformação da lagarta em crisálida…
O relógio biológico dispara seus sinais e então a lagarta terá pouco tempo para completar suas duas últimas tarefas: encontrar o local ideal para fixar-se e efetuar sua última “muda” (troca do exosqueleto), que culminará na formação da crisálida.




Por meio de uma substância adesiva resistente, a lagarta fixa-se ao ramo pela parte traseira. Pela parte dianteira, tece um “laço” também fixado ao ramo e envolvendo-a aproximadamente pelo meio. Controlado por hormônios, o processo de muda e formação da crisálida terá início. Os anéis listrados descolorem rapidamente enquanto todo o corpo da lagarta começa a ser alterado de forma abrupta.




Um rápido crescimento celular na região ventral logo abaixo da cabeça tem início. Ele toma a forma de uma “bolha” que logo percebemos ser a região que encapsulará as futuras asas. Essa é a mesma formação que mimetiza (camuflagem) a folha da planta. A postura inicial, se entendida como côncava, torna-se convexa. Desaparecem as pernas, forma-se completamente a cápsula que conterá as asas, uma ponta surge onde era a cabeça e no dorso (agora côncavo) forma-se a região que conterá as futuras pernas. Todo o processo ocorre em cerca de 3 horas.



Agora vem a parte complicada...

O hormônio, responsável por iniciar o vertiginoso processo de mudança, ordena a fabricação de sucos digestivos que literalmente destroem grande parte do corpo da lagarta, transformando os órgãos internos em uma matéria cremosa: é a histólise. A histólise gera assim nutrientes, mas mantém vivas células não diferenciadas, os histoblastos.



Os histoblastos  iniciam o processo de reconstrução do novo corpo: é a histogênese. Os nutrientes gerados pela histólise serão utilizados na histogênese.



A morte da lagarta dá inicio à vida da borboleta.


As intensas alterações ocorridas parecem agora dar lugar à calmaria. Nesta fase, a capacidade de movimentar-se é reduzida ao mínimo e o que se vê seria bem melhor descrito como uma folha que qualquer outra coisa.
Bem, isso é o que parece. Uma fina camada separa sua aparente calma exterior de um conturbado e frenético mundo interior. Os últimos sete dias marcaram profundas mudanças. Mudanças que irão alterar o habitat e todo estilo de vida de até então. Novos órgãos foram criados, todos desenhados para cumprir a dura tarefa de sobreviver e perpetuar-se no novo mundo. São asas, aparelho sugador especializado para o néctar, sensores nas patas, antenas ultra-sensíveis, olhos compostos e que enxergam ultravioleta, desenhos identificadores do gênero e de alerta e a capacidade de reprodução.


A dois dias da emergência do adulto, as asas tornam-se opacas, marcando o início do processo de coloração e maturação. Também os olhos escurecem. A membrana da (pupa) começa a ficar translúcida. Já é possível ver as asas praticamente formadas através dela.



Quanto tempo leva uma lagarta para voar? (O ciclo)
Infinito para ela, nove dias para nós. A natureza reserva ainda alguns segredos antes de libertá-la da Pupa: aguarda a chegada das horas mais serenas da madrugada, para evitar os algozes.
Um par de horas antes a membrana torna-se cada vez mais translúcida até que a linha de ruptura se parte.
Esgueira-se por aí a mais nova borboleta do mundo.


Aqui ou em qualquer outra parte do planeta, as Phoebis spp. cumprem, da mesma forma, mais uma de suas fases, geneticamente traçadas. Responde ao vento como uma folha. Assim, o ser que nasce duas vezes aguarda a distensão e consistência das suas asas.






São três horas. Em mais três experimentará o primeiro vôo.




Fonte (principal): http://en.wikipedia.org/wiki/Metamorphosis
- A metamorfose da Phoebis sennae é dita completa (holometabolismo)

- Para quem quiser acompanhar praticamente todo o processo, sugiro ver o

E se quiser ver ao vivo, plante uma Senna!

terça-feira, 22 de julho de 2014

Lagartas de borboletas ou de mariposas

Lagartas

O que são?

As lagartas ou taturanas (tata=fogo, rana=semelhante) são imaturos de um grupo de insetos conhecido como Lepidópteros (lepido=escamas, ptera=asa). Este grupo abrange as borboletas e mariposas, que são os indivíduos adultos. Quando se acasalam, põem os ovos em uma planta da qual as lagartas irão se alimentar. Nesta fase as lagartas trocam de pele diversas vezes até formarem um casulo no qual irão sofrer metamorfose para se transformar em uma borboleta ou mariposa, recomeçando o ciclo de vida.

E quanto ao veneno?

Nem todas as lagartas possuem veneno. Apenas as lagartas de mariposa podem causar acidentes, o chamado erucismo (eruca=larva; erucismo é o envenenamento causado por uma larva de mariposa). O contato com as lagartas causa queimadura e dor, não havendo lesões mais graves, exceto quando o acidente ocorre com Lonomia obliqua, a qual pode causar um quadro hemorrágico.
No Brasil existem aproximadamente 50.000 espécies de Lepidópteros, mas as principais espécies de importância médica são apenas 16 e pertencem a quatro famílias: Saturniidae, Megalopygidae, Actiidae e Limacodidae.

Família Saturniidae

As lagartas desta família se caracterizam por apresentarem espinhos em formato de pinheiros. As glândulas de veneno localizam-se na extremidade das ramificações destas estruturas. Estas lagartas costuman ficar agrupadas, dificilmente sendo encontradas sozinhas ou isoladas.
Lonomia obliqua
Automeris spp.
Hylesia sp





Lonomia obliqua


Podendo atingir 6 cm de comprimento, estas lagartas apresentam espinhos verdes sobre o corpo, chamados de scoli. O corpo é marrom escuro com uma faixa marrom (diferenciada do resto do corpo) que se estende por todo o dorso do inseto, sendo margeada por um estreito contorno preto, e este é limitado por um outro contorno branco mais externo Em Santa Catarina, estas lagartas ocorrem principalmente no Oeste. Acidentes causados por Lonomia são os mais perigosos porque, além de provocarem dor e queimadura, podem evoluir para quadros hemorrágicos.

                                                           

Automeris sp.

Atingindo até 8 cm de comprimento, elas possuem espinhos e corpo de coloração verde-claro, com manchas brancas laterais. Depois da metamorfose, no casulo, chegam a fase adulta e são conhecidas como mariposas olho-de-boi.


             








Automeris ilustris

             




Automeris leucanela

        

Megalopyge lanata

Estas lagartas possuem o corpo branco com manchas pretas transversais e dorsais largas em cada segmento. Têm tufos de pêlos pretos, longos e curtos, e espinhos avermelhados na base destes tufos.

         



Podalia sp.

Possui o corpo amarelo, completamente coberto por tufos de “pêlos” de coloração variada, geralmente marrom. Recebem o nome popular de taturana ou lagarta-gatinho. Possuem curtas cerdas avermelhadas, secretores de toxinas, na base dos tufos de pêlo.

                   

Família Limacodidae

Apresentam o corpo quase todo nu, com as cerdas de veneno restritas a pequenos aglomerados que se localizam na região anterior e posterior do animal. Também diferencian-se das outras famílias de mariposa por não apresentarem falsas pernas, locomovendo-se por ondulações da região ventral.
Sibine sp.
Phobetron sp.


Sibine sp.

Com cerca de 2 cm de comprimento. Têm o corpo verde claro, com cerdas apenas nas regiões anterior e posterior do corpo, em forma de pequenos tufos, através dos quais liberam o veneno. São comumente encontradas em limoeiros.

               

Phobetron sp.

Conhecida popularmente por lagarta-aranha, devido às projeções laterais de seu corpo que fazem lembrar uma aranha.

             



Família Arctiidae

Semelhantes às lagartas da família Megalopygidae, pois também apresentam cerdas que parecem pêlos escondendo as cerdas de veneno.


Lagartas de borboleta

Diferentemente das lagartas de mariposa, as lagartas de borboleta não apresentam cerdas (pêlos ou espinhos), tendo o dorso nu. Por não apresentarem as estruturas citadas, estes animais não causam nenhum tipo lesão.







Como prevenir acidentes

  • Os acidentes ocorrem geralmente na manipulação de árvores frutíferas e ornamentais (seringueiras, araticuns, cedro, figueiras do mato, ipês, pessegueiros, abacateiros, ameixeiras, etc.). Por isso, deve-se verificar previamente a presença de folhas roídas na copa, casulos e fezes de lagartas no solo com seu aspecto típico, semelhante a grãos dessecados de pimenta-do-reino;
  • Observar, durante o dia, os troncos das árvores, locais onde as larvas poderão estar agrupadas. À noite, as taturanas dirigem-se para as copas das árvores para se alimentarem das folhas;
  • Usar luvas de borracha para realizar atividades de jardinagem.

Primeiros socorros

  • Lavar imediatamente a área afetada com água e sabão;
  • Usar compressas com gelo ou água gelada que auxiliam no alívio da dor;
  • Procurar o serviço médico mais próximo;
  • Se possível, levar o animal para identificação.